Top Pedra Quotes

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Favorite Pedra Quotes

1. "Algumas pessoas fumam pedra, o que explica certas atitudes; outras parecem que fumam pedra, pois explicaria várias atitudes."
Author: Filipe Russo
2. "Aos activos falta, habitualmente, a actividade superior: refiro-me à individual. Eles são activos enquanto funcionários, comerciantes, eruditos, isto é, como seres genéricos, mas não enquanto pessoas perfeitamente individualizadas e únicas; neste aspecto, são indolentes. A infelicidade das pessoas activas é a sua actividade ser quase sempre um tanto absurda. Não se pode, por exemplo, perguntar ao banqueiro, que junta dinheiro, qual o objectivo da sua incansável actividade: ela é irracional. Os homens activos rebolam como rebola a pedra, em conformidade com a estupidez da mecânica."
Author: Friedrich Nietzsche
3. "Mediante el proceso de trazar símbolos de tinta en una página, enviaba ideas y sentimientos desde su mente a la del lector. Era un proceso mágico, tan ordinario que nadie se detenía a pensarlo. Leer una frase y entenderla era lo mismo; como en el caso de doblar un dedo, nada mediaba entre las dos cosas. No había una pausa durante la cual los símbolos se desenredaban. Veías la palabra castillo y allí estaba, a lo lejos, con bosques que se extienden ante él en pleno verano, con el aire azulado y suave del humo que asciende de la forja de un herrero y un camino empedrado que serpentea hacia la verde sombra..."
Author: Ian McEwan
4. "A manhã abria-se e a claridade já se via no ar, nas ruas e nas casas. Uma luz branda rompia o nevoeiro e caía sobre a vila adormecida. Almorim, àquela hora da manhã, à hora em que as coisas paradas nos olham, era só silêncio e descampado. Um silêncio de árvores, casas, muros de pedra e caminhos."
Author: Joaquim Mestre
5. "A luz do crepúsculo fazia brilhar a terra vermelha, de maneira que as suas dimensões se aprofundavam. Uma pedra, um poste, uma construção adquiriam mais profundidade e mais consistência então do que à luz do dia; e todos esses objetos se tornavam estranhamente mais individuais: um poste era mais essencialmente um poste; elevava-se com mais firmeza da terra e destacava-se melhor do campo de milho que lhe servia de fundo. E as plantas adquiriam mais individualidade. Não eram apenas um conjunto de cereais, e o salgueiro desfolhado era mais ele próprio, bem diferente dos outros salgueiros. A terra também contribuía com uma parte de luz para a tarde. A frontaria da casa, parda, sem pintura, voltada a oeste, brilhava palidamente com um fulgor semelhante ao da lua. O caminhão cinzento e empoeirado, imóvel no terreiro, destacava-se magicamente àquela luz, na perspectiva exagerada de um estereoscópio."
Author: John Steinbeck
6. "É possível avançar por ruas durante toda a vida, perder as forças nas pernas, cair de joelhos e morrer, transformar-se lentamente, com a chuva, com os anos, no empedrado da calçada, diluir-se entre as pedras, como pó, como água, desaparecer."
Author: José Luís Peixoto
7. "Reflectido nas pedras do passeio. Lisboa é a nitidez através do ar. Lisboa é a cor manchada dos muros. Lisboa é o musgo novo a nascer sobre o musgo seco. Lisboa é o desenho de fendas, como relâmpagos, a escorrerem pela superfície dos muros. Lisboa é a imperfeição criteriosa. Lisboa é o céu reflectido"
Author: José Luís Peixoto
8. "Baltasar Mateus, o Sete-Sóis, está calado, apenas olha fixamente Blimunda, e de cada vez que ela o olha a ele sente um aperto na boca do estômago, porque olhos como estes nunca se viram, claros de cinzento, ou verde, ou azul, que com a luz de fora variam ou o pensamento de dentro, e às vezes tornam-se negros noturnos ou brancos brilhantes como lasca de carvão de pedra."
Author: José Saramago
9. "Se não houvesse tristeza nem miséria, se em todo o lugar corressem águas sobre as pedras, se cantassem aves, a vida podia ser apenas estar sentado na erva, segurar um malmequer e não lhe arrancar as pétalas, por serem já sabidas as respostas, ou por serem estas de tão pouca importância, que descobri-las não valeria a vida duma flor."
Author: José Saramago
10. "A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:"Não há mais o que ver", saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre."
Author: José Saramago
11. "Que sentes tu dentro de ti, Que ninguém se salva, que ninguém se perde, É pecado pensar assim, O pecado não existe, só há morte e vida, A vida está antes da morte, Enganas-te, Baltasar, a morte vem antes da vida, morreu quem fomos, nasce quem somos, por isso é que não morremos de vez, E quando vamos para debaixo da terra, e quando Francisco Marques fica esmagado sob o carro da pedra, não será isso morte sem recurso, Se estamos falando dele, nasce Francisco Marques, Mas ele não o sabe, Tal como nós não sabemos bastante quem somos, e, apesar disso, estamos vivos, Blimunda, onde foi que aprendeste essas coisas, Estive de olhos abertos na barriga da minha mãe, de lá via tudo."
Author: José Saramago
12. "Malinalli, como Quetzalcóatl, ao confrontar-se com o seu lado obscuro ganhou consciência da sua luz. A sua vontade de ser una com o cosmos fez com que os limites do seu corpo desaparecessem. Os seus pés, em contacto com a água inundada pela luz da lua, foram os primeiros a experimentar a mudança. Deixaram de a conter. O seu espírito fundiu-se com o da água e derramou-se pelo ar. A sua pele expandiu-se ao máximo, permitindo-lhe mudar de forma e integrar-se com tudo o que a rodeava. Foi nardo, foi laranjeira, foi pedra, foi aroma de copal, foi milho, foi peixe, foi ave, foi sol, foi lua. Abandonou este mundo."
Author: Laura Esquivel
13. "Orfeu rebelde, canto como sou:Canto como um possessoQue na casca do tempo, a canivete,Gravasse a fúria de cada momento;Canto, a ver se o meu canto comprometeA eternidade do meu sofrimento.Outros, felizes, sejam os rouxinóis... Eu ergo a voz assim, num desafio:Que o céu e a terra, pedras conjugadasDo moinho cruel que me tritura,Saibam que há gritos como há nortadas,Violências famintas de ternura.Bicho instintivo que adivinha a morteNo corpo dum poeta que a recusa,Canto como quem usa Os versos em legítima defesa.Canto, sem perguntar à MusaSe o canto é de terror ou de beleza."
Author: Miguel Torga
14. "Era uma vez um rapaz. Vivia numa aldeia que já não existe, numa casa que já não existe, na orla de um campo que já não existe, lugar de todas as descobertas e onde tudo era possível. Um pau podia ser uma espada. Uma pedra podia ser um diamante. Uma árvore um castelo.Era uma vez um rapaz que vivia numa casa do outro lado do campo onde vivia uma rapariga que já não existe. Inventavam mil jogos. Ela era a Rainha e ele o Rei. Na luz do Outono, o cabelo dela brilhava como uma coroa. Bebiam o mundo em pequenas mãos-cheias. Quando o céu escurecia, apartavam-se com folhas nos cabelos."
Author: Nicole Krauss
15. "Without direction, the respiratory technician goes to the head of the bed. She takes the tubing, attaches it to the oxygen, and turns it on as high as it will go. She provides a seal with her hand cupped over the plastic mask, over the nose and mouth of the toddler, and methodically provides oxygenated air. Doyle's tiny chest rises and falls while I listen with my stethoscope. I am reaching for another breathing tube."Fib!" Dr. Pedras feels for a pulse while another places gelled pads on her chest."
Author: Ruth McLeod Kearns
16. "A civilização não chegará à perfeição enquanto a última pedra da última igreja não tiver caído sobre o último padre, e a Terra tiver sido libertada daquela escória."
Author: Umberto Eco
17. "Estamos condenados a pensar com palavras, a sentir em palavras, se queremos pelo menos que os outros sintam connosco. Mas as palavras são pedras. As palavras são pedras,o que nelas vive é o espírito que por elas passa."
Author: Vergílio Ferreira
18. "E, todavia como é difícil explicar-me! Há no homem o dom perverso da banalização. Estamos condenados a pensar com palavras, a sentir com palavras, se queremos pelo menos que os outros sintam connosco. Mas as palavras são pedras."
Author: Vergílio Ferreira
19. "- Também fiz outra experiência, senhor doutor.- Que experiência?- Bem ... Não sei como explicar. É assim mastigar as palavras.- Mastigar as palavras?- Bem... É assim: a gente diz, por exemplo, pedra, madeira, estrelas ou qualquer coisa assim. E repete: pedra, pedra, pedra" muitas vezes e depois pedra já não quer dizer nada.Como, Carolino? Sabes então já a fragilidade das palavras, acaso o milagre de um encontro através delas connosco e com os outros? E saberás o que vive em ti, o que te vive, e as palavras ignoram?"
Author: Vergílio Ferreira
20. "Sim, devo ter sentido a pergunta sobre quais as formas de arte maiores e menores. Há uma corrente única de vida que atravessa todo o existente – incluídas portanto também as pedras. Mas tem sentido graduarem-se as formas que ela manifestar. Enquanto vida, ela é igual no homem ou numa minhoca. Mas diferencia-se pela sua complexidade. Não há menos arte, enquanto arte, numa tela de Rembrandt e numa cerâmica de Estremoz. Mas a complexidade de ambos fala uma voz diferente nesse ser complexo. E se compararmos um género de arte com outro? Um quadro com uma música ou um romance com um bailado, ou um filme com uma catedral? Onde se demarca a complexidade ou a carga humana que suportam? Qual deles diz mais? Qual deles diz melhor? Em que parte de nós isso se diferencia? Isso se afere? Não me perguntes. Porque a resposta está apenas no saldo que em ti ficou no que em ti existiu para elas. E ninguém sabe se o saldo maior não foi simplesmente o da música de um cego numa esplanada ao sol..."
Author: Vergílio Ferreira
21. "Se queres convencer alguém da tua verdade, não a expliques ou demonstres – afirma-a. E ela será tanto mais convincente quanto mais força puseres na afirmação. A afirmação é compacta, a demonstração é cheia de buracos. Uma pedra não tem intervalos para os ratos se intervalarem nela. Se queres ser chefe e dominador e senhor, berra o teu SIM ou o teu NÃO e deixa aos fracos o TALVEZ. E terás ocupado o baldio das almas humanas em que elas não sabem que semear. E serás histórico, se fores grande,mesmo no crime. Porque o homem é míope de sua natureza e só vê acima do tamanho do boi."
Author: Vergílio Ferreira

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I wanted her walking to me while I sang the words written just for her when she walked down the aisle to gift me with my world.- Rush Finlay"
Author: Abbi Glines

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