Top Tinh Quotes

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Favorite Tinh Quotes

1. "E agora tinha a certeza de uma coisa vislumbrada ao princípio (...) que não há dois livros iguais porque nunca houve dois leitores iguais. E que cada livro lido é, como cada ser humano, um livro singular, uma história única e um mundo à parte."
Author: Arturo Pérez Reverte
2. "Cultura demais mata o corpo da gente, cara, filmes demais, livros demais, palavras demais,... tinha biblioteca de Alexandria separando nossos corpos."
Author: Caio Fernando Abreu
3. "Tinha mudado, percebi. Não apenas pelas rugas nos cantos dos olhos verdes, nem pelos vincos mais fundos ao lado da boca. Seus maxilares haviam perdido a dureza, o orgulho, e desaparecera do sorriso de lábios finos aqulea expressão de cinismo, ironia, certa crueldade. Uma mulher de pouco mais de cinquenta anos, cara lavada, um vestido amarelo claro de algodão, sandálias nos pés pequenos, de unhas sem pintura. Não era mais bela, tornara-se outra coisa, mais que isso - talvez real."
Author: Caio Fernando Abreu
4. "E se o telefone tocar diga que eu morri, que estou mortinho da silva, estirado no chão da sala com o coração na mão. Diga que retirei meu coração com a mão – ele estava doendo demais."
Author: Caio Fernando Abreu
5. "Fiquei ali, com o corpo moído e doído, as lágrimas correndo pelo meu rosto, às vezes chegando aos meus lábios, me fazendo sentir seu gosto salgado. Em minha cabeça, eu tinha apenas fantasias. Um monte de situações imaginárias em que eu acabava com meu pai, em que eu fazia que nem se faz com um inseto asqueroso."
Author: Camilo Gomes Jr.
6. "- Não haverias de rir se estivesses cá quando cheguei a casa ontem à noite.-Porquê?-A minha mãe. Não ficou lá muito contente por termos chegado tarde. Passou-se. Foi uma confusão.-O quê? a culpa não foi nossa, foi do trânsito! - protestou Simon. Era o mais novo de três irmãos e tinha um sentido extremamente apurado da injustiça familiar."
Author: Cassandra Clare
7. "- Deitei-me diante da tua lareira e falei contigo sobre a tua vida. - disse. Não tinha nada a ver com o assunto.-Humm... Sim. Fizemos isso.- Recordo o nosso duche juntos.- Também fizemos isso.- Fizemos tanta coisa.- Ah... pois. Está bem.- Se não tivesse tanta coisa para fazer aqui em Shreveport, sentir-me-ia tentado a visitar-te para te recordar como gostaste de cada uma dessas coisas.- Se bem me lembro - afirmei -, também gostaste.- Ó, sim.- Eric, preciso de desligar. Tenho de ir trabalhar. - Ou de entrar em combustão espontânea. O que acontecesse primeiro."
Author: Charlaine Harris
8. "Foi então que reparei que eu era o único tipo na prisão sem meias. deveriam estar uns 150 naquela cela e 149 tinham meias calçadas. muitos deles acabadinhos de sair de vagões. eu era o único sem meias. uma pessoa pode bater no fundo e descobrir outro fundo. que treta."
Author: Charles Bukowski
9. "— Eu não sabia que o senhor tinha uma gata! — exclamou a mulher. Sempre me surpreendo com a quantidade de pessoas que fazem observações desse tipo, embora nem todas sejam tão ousadas quanto a americana, que deu voz à sua surpresa. Por que Sua Santidade não teria um gato — se é que "ter um gato" seja a forma correta de entender essa relação?"
Author: David Michie
10. "No tempo em que eu tinha amigos, muitas vezes riam de minha mania de escolher sempre os caminhos mais tortuosos: Pergunto-me porque a realidade há de ser simples. A experiência me ensinou que, ao contrário, ela quase nunca é simples, e que quando algo parece extraordinariamente claro, uma ação que aparentemente obedece há uma causa simples, quase sempre há por baixo motivos mais complexos. Um exemplo corriqueiro: as pessoas que dão esmolas. Em geral, considera-se que são mais generosas e melhores do que as que não dão. Permito-me tratar com maior desdém essa teoria simplista. Todo mundo sabe que não se resolve o problema de um mendigo (de um mendigo autêntico) com um peso e um pedaço de pão: resolve-se apenas o problema psicológico do sujeita que compra assim, por quase nada, sua tranquilidade espiritual e seu título de generoso."
Author: Ernesto Sabato
11. "Conta a lenda que dormiaUma Princesa encantadaA quem só despertariaUm Infante, que viriaDe além do muro da estrada.Ele tinha que, tentado,Vencer o mal e o bem,Antes que, já libertado,Deixasse o caminho erradoPor o que à Princesa vem.A Princesa Adormecida,Se espera, dormindo espera,Sonha em morte a sua vida,E orna-lhe a fronte esquecida,Verde, uma grinalda de hera.Longe o Infante, esforçado,Sem saber que intuito tem,Rompe o caminho fadado,Ele dela é ignorado,Ela para ele é ninguém.Mas cada um cumpre o DestinoEla dormindo encantada,Ele buscando-a sem tinoPelo processo divinoQue faz existir a estrada.E, se bem que seja obscuroTudo pela estrada fora,E falso, ele vem seguro,E vencendo estrada e muro,Chega onde em sono ela mora,E, inda tonto do que houvera,À cabeça, em maresia,Ergue a mão, e encontra hera,E vê que ele mesmo eraA Princesa que dormia."
Author: Fernando Pessoa
12. "Não sabíamos que a ordem nas ruas, nas estradas, nas pontes e nas esquadras tinha de ser comprada por tão alto preço - o da venda a retalho da alma portuguesa."
Author: Fernando Pessoa
13. "Flutuo por aí a buscar o brilho atencioso do teu olhar e volto pra casa de mãos vazias sem nenhum tantinho de ti nos bolsos."
Author: Filipe Russo
14. "Lagrimas ocultas Lagrimas ocultasSe me ponho a cismar em outras erasEm que ri e cantei, em que era q'rida,Parece-me que foi noutras esferas,Parece-me que foi numa outra vida...E a minha triste boca doloridaQue dantes tinha o rir das Primaveras,Esbate as linhas graves e severasE cai num abandono de esquecida!E fico, pensativa, olhando o vago...Toma a brandura plácida dum lagoO meu rosto de monja de marfim...E as lágrimas que choro, branca e calma,Ninguém as vê brotar dentro da alma!Ninguém as vê cair dentro de mim!"
Author: Florbela Espanca
15. "Trong t?t c? nh?ng th? du?c vi?t ra, ta ch? yêu nh?ng gì du?c tác gi? vi?t b?ng máu c?a mình. Nguoi vi?t b?ng máu di, r?i nguoi s? bi?t du?c r?ng máu chính là tinh th?n.Hi?u m?t dòng máu xa l? không ph?i là di?u d?: ta thù ghét t?t c? nh?ng k? vô công r?i ngh? ng?i d?c sách.K? nào dã bi?t rõ d?c gi? thì s? ch?ng làm gì cho ngu?i d?c gi? n?a. Hãy còn c? m?t th? k? d?c gi? n?a,- và chính tinh th?n cung s? b?c mùi hôi th?i.Dành cho m?i ngu?i quy?n h?c d?c, r?t cu?c l?i làm h?i d?n nh?ng van t?, nhung c? tu tu?ng n?a.Xua kia tinh th?n là thu?ng d?, r?i tinh th?n tr? thành ngu?i, r?i bây gi? nó hóa thành dám ti?n dân.K? nào dùng máu mình d? vi?t nh?ng châm ngôn d?u không mu?n du?c d?c d?n, nhung mu?n du?c h?c thu?c lòng.Trên mi?n núi cao, con du?ng ng?n nh?t là con du?ng d?n t? d?nh này sang d?nh kia; nhung mu?n theo con du?ng ?y, nguoi ph?i có dôi chân v?n d?m. Nh?ng châm ngôn ph?i là nh?ng d?nh cao, vì nh?ng k? mà ta ng? l?i ph?i là nh?ng con ngu?i cao d?i tráng ki?n."
Author: Friedrich Nietzsche
16. "Chovia bastante naquela manhã. A luz tinha um tom acinzentado e musguento devido às nuvens baixas. Teve de admitir que a menina não era um cadáver. Estava viva. Talvez tivesse nascido gelada, mas agora estava viva. Ainda suja com o sangue do nascimento e o início aguado das suas fezes, Liir levou-a até à porta e ergue-a para a chuva. Lavada, revelou-se verde."
Author: Gregory Maguire
17. "Gotas de chuva nas rosas e bigodes nos gatinhos."
Author: Haruki Murakami
18. "A verdade é que eu tinha dedo podre, tanto para escolher amigas quanto para escolher amores."
Author: Iris Figueiredo
19. "Em toda uma vida de convivência com a miséria e a dor, não se lhe tinha endurecido a alma, mas, pelo contrário, era cada vez mais vulnerável à piedade."
Author: Isabel Allende
20. "(...) o parvalhão reparou nela e aproximou-se para a cumprimentar. Haviam de ouvir a maneira como se cumprimentaram. Haviam de pensar que não se viam há vinte anos. Haviam de pensar que tomavam banho na mesma banheira ou coisa assim quando eram pequenos. Amigos do coração. Era de vómitos. O mais engraçado era que provavelmente se tinham encontrado uma única vez, numa festa pirosa qualquer. Finalmente, quando deram por terminadas as lambuzadelas, a amiga Sally apresentou-nos. Chamava-se George qualquer coisa - já nem sequer me lembro - e andava em Andover. Só mesmo visto. Haviam de o ver quando a amiga Sally lhe perguntou o que achava da peça. Era o tipo de armante que tem de se dar espaço para responder a qualquer pergunta que lhe façam."
Author: J.D. Salinger
21. "E depois percebi. Afinal, não se tratava de uma espécie nova. Ambos pertenciam a um único tipo de gafanhoto. Aqueles que nasciam um pouco mais amarelados viviam até mais tarde durante a estação seca; os esverdeados, aqueles que os pássaros apanhavam, não duravam o suficiente para se tornarem grandes. Os mais amarelados sobreviviam porque estavam mais adequados a suportar um clima tórrido. Charles Darwin tinha razão. A evidência estava mesmo à minha frente."
Author: Jacqueline Kelly
22. "Era estranho, outrossim, que ele sentisse um árido prazer em seguir até o fim as rígidas linhas da doutrina da Igreja e penetrasse em tétricos silêncios apenas para ouvir e sentir mais profundamente a sua própria condenação. A frase de São Tiago que diz que aquele peca contra um mandamento se torna culpado por todos pareceu-lhe, no começo, oca, até que começou a sondar a treva do seu próprio estado. Da má semente da ambição todos os outros pecados mortais tinham saldado: orgulho de si próprio e desprezo pelos outros; avareza em guardar dinheiro para a compra de prazeres ilícitos; inveja daqueles cujos vícios não podia atingir; caluniosas murmurações contra os piedosos; voracidade em sentir os alimentos, a estúpida raiva em que ardia e no meio da qual examinava o seu tédio; o pântano de indolência espiritual e corporal dentro do qual todo o seu ser estava atolado."
Author: James Joyce
23. "Desejava uma verdadeira livraria tal como um viciado deseja uma dose. Não havia mesmo nada melhor do que aquele maravilhoso cheiro a livros novos, tocar nas capas e folhear um livro, cujas páginas, se calhar, nunca tinham sido folheadas.(...)Há pessoas obececadas e apaixonadas por sapatos. Os sapatos eram bonitos, mas não se podia ficar a noite toda acordade a ler um par, pois não?"
Author: Jill Mansell
24. "Jon tinha lágrimas nos olhos. E num momento de vulnerabilidade, Harry não pôde sentir outra coisa senão compaixão. Não a mesma compaixão que sentia pelas vítimas ou pelos parentes mais próximos destas, mas por aquelas pessoas, que num momento dilacerante reconhecem a sua própria miserável humanidade."
Author: Jo Nesbø
25. "Dona Laura, ao ver a casa encher-se de bocas - e pressentido que isso de golpes de Estado era coisa para levar o seu tempo -, apressou-se, de faca e alguidar, em direcção às capoeiras, donde regressou com as duas primeiras vítimas da revolução. E ainda não tinha soado as duas da tarde quando, num exercício ostensivo de poder, como se quisesse deixar bem claro o que quer que estivesse a acontecer no País, ali em casa tudo permanecia na mesma, desligou o rádio e a televisão, abriu as portadas que davam para o jardim e anunciou que a canja estava na mesa."
Author: João Ricardo Pedro
26. "Ele e o marido da Senhora Dona Flor, cuida de tua virtude, de tua honra, de teu respeito humano. Ele e tua face matinal, eu sou tua noite, o amante para o qual nao tem nem jeito nem coragem. Somos teus dois maridos, tuas duas faces, teu sim teu nao. Para ser feliz, precisas de nos dois. Quando era eu so, tinhas meu amor e te faltava tudo, como sofrias! Quando foi so ele, tinhas de um tudo, nada te faltava, sofrias ainda mais. Agora sim, es dona Flor inteira como deves ser"
Author: Jorge Amado
27. "Tinha a beleza de Linda um doce alumbre de melancolia, que não era tristeza, pois coavam-se através dos inefáveis contentamentos de sua alma; era sim matiz, que lhe aveludava a graça e influía-lhe um mavioso enlevo. Irmã das flores que vivem nos recessos da floresta, onde se coalham em sombra luminosa os raios filtrados pelo crivo das folhas, respira essa beleza o perfume casto da violeta e da baunilha.Não se admira a mulher que a possui, porque não exerce a fascinação esplêndida das formosuras que cintilam; mas adora-se de joelhos, porque ela tem a santidade do amor."
Author: José De Alencar
28. "Por volta de meia noite e meia, chegaram ao pé dos muros sem terem encontrado ninguém. Nenhuma vigilância tinha sido estabelecida daquele lado, mas na verdade não havia nem portas nem janelas."
Author: Jules Verne
29. "Tinha um velho que morreu agarrando o pinto, acho que ficou com medo da morte, o pobrezinho, tanto medo e na hora do medo agarrou o pinto. Foi enterrado assim."
Author: Lygia Fagundes Telles
30. "Albertine, sentada à minha frente e vendo que chegara a seu destino, deu alguns passos do fundo do vagão onde estávamos e abriu a portinhola. Mas esse movimento, que ela assim fazia para descer, me dilacerava intoleravelmente o coração, como se, ao contrário da posição independente de meu corpo, que a dois passos dele parecia ocupar o de Albertine, tal separação espacial, que um desenhista verídico seria forçado a figurar entre nós, não passasse de uma aparência, e como se, para quem quisesse redesenhar as coisas conforme a realidade verdadeira, fosse preciso agora colocar Albertine, não a certa distância de mim, mas dentro de mim. Ela me fazia tanto mal ao se afastar que, agarrando-a, puxei-a desesperadamente pelo braço."
Author: Marcel Proust
31. "Quando uma história de amor acaba, não é por falta de sorte. Às vezes nem sequer é por falta de amor. É porque tinha que acabar. E a vida é sempre outra coisa. Tal como o amor. Podemos ficar sentados à espera de que alguma coisa mude, ou podemos ser agentes da nossa mudança."
Author: Margarida Rebelo Pinto
32. "Ainda tentei puxar-te para mim, explicar-te que a distância aproxima as pessoas quando elas têm alguma coisa para dar uma à outra, mas já tinhas desistido de mim."
Author: Margarida Rebelo Pinto
33. "No fim tu hás de ver que as coisas mais leves sãp as únicas que o vento não conseguiu levar: um estribilho antigo,um carinho no momento preciso, o folhear de um livro, o cheiro que tinha um dia o próprio vento..."
Author: Mario Quintana
34. "No começo, Liesel não conseguiu dizer nada. Talvez fosse a súbita turbulência do amor que sentiu por ele. Ou será que sempre o tinha amado? Era provável. Impedida como estava de falar, desejou que ele a beijasse. Quis que ele arrastasse sua mão e a puxasse para si. Não importava onde a beijasse. Na boca, no pescoço, na face. Sua pele estava vazia para o beijo, esperando."
Author: Markus Zusak
35. "A gente sabe direitinho o que ainda gostaria de fazer na vida."
Author: Martha Medeiros
36. "A possibilidade de viajar sempre me pareceu mais atrativa do que qualquer pracinha. Eu queria ir. Para onde, não importava. Tinha pânico de criar raiz."
Author: Martha Medeiros
37. "Quanto mais vou sabendo de ti, mais gostaria que ainda estivesses viva. Só dois ou três minutos: o suficiente para te matar. Merecias uma morte mais violenta. Se eu soubesse, não te tinha deixado suicidar com aquelas mariquices todas. Aposto que não sentiste quase nada. Não está certo. Eu não morri e sofri mais do que tu.(...)"
Author: Miguel Esteves Cardoso
38. "(…) e andavam como colado tava mesmo o dedo do Jaí na boca das recordações dele onde tinha restos de mel, que eu já te disse, é doce como o amor, assim quando um gajo chupa mel lembra-se de todas coisas doces da vida, também se lembra das pessoas por detrás dos doces, assim o Burkina concluiu dentro da cabeça dele que o Jaí tava masé não a chupar mel, nem dedo, mas a pensar na KotaDasAbelhas no modo que os homens pensam nas mulheres que lhes ensinam o gosto escorregadio do mal. Tás a captar?"
Author: Ondjaki
39. "Odonato já não tinha força para desenhar nos lábios um gesto mínimo de espanto ou o que fosse um vulgar sorriso, a temperatura chegava-lhe à alma, os olhos ardiam por dentrochorar afinal não tinha que ver com lágrimas, antes era o metamorfosear de movimentos internos, a alma tinha paredes - texturas porosas que vozes e memórias podiam alterar"
Author: Ondjaki
40. "O beijo durou, minutos inteiros, tempo suficiente para que a realidade encontrasse uma fresta entre as suas bocas aderentes e se enfiasse por aí adentro, obrigando ambos a analisar o que estavam a fazer.Separaram-se. Mattia sorriu apressadamente, automaticamente, e Alice levou um dedo aos lábios húmidos, quase que a certificar-se se tinha realmente acontecido. Havia uma decisão a tomar e tinha de ser tomada sem falar. Olharam um para o outro, alternadamente, mas já tinham perdido a sincronia e os seus olhos não se encontraram."
Author: Paolo Giordano
41. "Pela primeira vez, Mattia envergonhou-se de aos vinte e dois anos de idade ainda não ter carta de condução. Era outra das coisas que havia deixado para trás, outro passo óbvio na vida de um rapaz que ele escolhera não dar, para se manter o mais possível fora da engrenagem da vida. Como comer pipocas no cinema, como sentar-se nas costas de um banco, como não respeitar a hora de entrada em casa imposta pelos pais, como jogar futebol com uma bola de estanho enrolada ou estar de pé, nu, em frente a uma rapariga. Pensou que a partir daquele dia tudo seria diferente. Decidiu que ia tirar a carta de condução o mais depressa possível. Fá-lo-ia por ela, para a levar a passear. Porque tinha medo de o admitir, mas quando estava com ela parecia que valia a pena fazer todas as coisas normais que as pessoas normais fazem."
Author: Paolo Giordano
42. "Realmente não dá para entender como é que um sujeito faz uma bobagem dessas. So há uma explicação: Destino. Antes da gente nascer, alguém, sei lá quem, talvez Deus, Deus define direitinho como é que vai foder a sua vida. É isso. Era minha teoria. Deus só pensa no homem quando tem que decidir como é que vai destruí-lo."
Author: Patrícia Melo
43. "A investigação podia dar esperanças para o futuro, curando as doenças... mas tinha um outro potencial muito mais perturbador."
Author: Robin Cook
44. "Tinha andado a manter um silêncio amuado para com ele, esperando avidamente que me perguntasse que bicho me tinha mordido. O problema era que ele não o fazia. Haverá alguma coisa mais provocadora do que esperar que alguém comece uma discussão?"
Author: Robin Hobb
45. "Garin tinha sido um peão, um peão fraco e controlado. Era o rei Eduardo quem tinha sido o verdadeiro traidor, o lobo no aprisco, o causador de todas as suas desgraças. Ele tinha sido o seu guardião. Tinha-se tornado o seu inimigo"
Author: Robyn Young
46. "Có m?t thi si làm tho hô hào nh?ng nhà sáng tác, nh?ng ca si t? b? l?i sáng tác và ca hát dau thuong d?t ru?t. Ông ta vi?t nh?ng câu này, tôi còn nh?:Ð?ng k? n?a nh?ng m?nh tình tan tác, Hãy d?ng lên, nh?c si, v?i tôi di!Tôi ghét anh ua gi?ng hát s?u bi,Và tung mãi nh?ng tâm h?n thu?ng tr?y l?c.Hãy d?ng d?y! V?t chi?c c?m áo não!Tôi c?n nghe nh?ng khúc nh?c r?t hùng,Thét ng?a lòng phi mãi ch?ng ch?n chân,Sáng nhu guom tu?t, m?nh nhu lu?ng bão.Ôi nh?c si! Th?t anh ngu?i th?m t?!Quan hoài chi nh?ng khúc hát mê ly,Nh?ng câu ca không d?p l?i không thiC?a k? n? v?c cu?c d?i ê tr??Hãy cung kính nhu?ng nh?ng ngu?i tu?i tác,Nh?ng b?n dàn nh?p hát thi?u tinh th?n.Hãy ra xem sõng v? v?i mây v?n,Và sáng ch? cho tôi vài di?u khác.N?u chúng ta c? hát nh?ng bài khóc gió than mây và c? nghe nh?ng bài d?c huy?n thì có th? ‘v?n cái r?i' vào s? m?ng c?a mình, tu?i t?m nh?ng h?t gi?ng dau bu?n, di?u dó không t?t."
Author: Thích Nhất Hạnh
47. "[...] ele agora olhava para as pessoas com segurança e com uma expressão que só podia ser descrita como condescendente, como se ele circulasse em esferas de esclarecimento a que os outros não tinham acesso, infelizmente."
Author: Truman Capote
48. "Não, agora nunca mais diria, de ninguém neste mundo, que eram isto ou aquilo. Sentia-se muito jovem; e, ao mesmo tempo, indizivelmente velha. Passava como uma navalha através de tudo; e ao mesmo tempo ficava de fora, olhando. Tinha a perpétua sensação, enquanto olhava os carros, de estar fora, longe e sozinha no meio do mar; sempre sentira que era muito, muito perigoso viver, por um só dia que fosse. Não que se julgasse inteligente, ou muito fora da comum. Nem podia saber como tinha atravessado a vida com os poucos dedos de conhecimento que lhe dera Fräulein Daniels. Não sabia nada; nem línguas, nem história; raramente lia um livro agora, exceto memórias, na cama; mas como a absorvia tudo aquilo, os carros passando; e não diria de Peter, não diria de si mesma: sou isto, sou aquilo."
Author: Virginia Woolf
49. "Tinha a esquisita sensação de estar invisível; despercebida; desconhecida; de não ser mais casada, não ter mais filhos agora, apenas aquela espantosa e um tanto solene marcha com os demais, por Bond Street, ser esta Sra. Dalloway; nem mais Clarissa: Sra. Dalloway somente."
Author: Virginia Woolf
50. "And too soon marr'd are those so early made.The earth hath swallow'd all my hopes but she,She is the hopeful lady of my earth:But woo her, gentle Paris, get her heart,My will to her consent is but a part;An she agree, within her scope of choiceLies my consent and fair according voice.This night I hold an old accustom'd feast,Whereto I have invited many a guest,Such as I love; and you, among the store,One more, most welcome, makes my number more.At my poor house look to behold this nightEarth-treading stars that make dark heaven light:Such comfort as do lusty young men feelWhen well-apparell'd April on the heelOf limping winter treads, even such delightAmong fresh female buds shall you this nightInherit at my house; hear all, all see,And like her most whose merit most shall be:Which on more view, of many mine being oneMay stand in number, though in reckoning none,Come, go with me."
Author: William Shakespeare

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I decided there and then to sue the bastards."
Author: Barry Sheene

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